Desorientação – Um problema nacional
Abril 30, 2007
Constatei recentemente, que o povo português não se atrapalha apenas na estrada, com as consequências que se conhece. Dei conta de tal facto, pasme-se, numa visita cultural. Acontece que na semana passada, fui com uma amiga até à Calouste Gulbenkian, sinceramente não é algo que faço com muita frequência, pelo menos não tanta quanto devia. Duas exposições levaram-me até lá, a “Cartier” e a “Ingenuidades”. Ora, no que toca à segunda, tudo correu bem, a afluência era pouca e foi possível ver os trabalhos com calma e prazer (grandes fotografias naquela exposição, 100% recomendável). No que diz respeito à “Cartier, já tudo se tornou bastante mais complicado, talvez por ser um dos últimos dias de exposição, a afluência era intensa, e cada qual começava a ver as peças por onde calhava, assistindo-se muitas vezes a verdadeiras colisões frontais de grupos que circulavam em sentidos opostos. Deixo uma sugestão, setinhas no chão e separadores ao longo dos corredores, acho que por terras lusas tem mesmo que ser assim.
Manobras aéreas – Tejo
Abril 28, 2007
A qualidade não é das melhores, a foto foi tirada de bastante longe (da varanda de casa) e isso reflecte-se, mas aqui fica como registo e como curiosidade. Penso que se tratem de exercícios militares, um helicóptero sobrevoando um barco a baixa altitude. Já tinha assistido a manobras idênticas mas sempre durante a noite.
Alvorada – Lisboa
Abril 27, 2007
Noite de insónias, mais uma… As horas que passam e o sono que não chega. A noite começa a dar lugar ao dia. A máquina já está direccionada para o rio, ainda dominado pelos tons negros. Lá fora, os autocarros já circulam, vozes já ecoam no orvalho da madrugada, os pássaros começam a dar voz à claridade. O céu começa a ganhar contornos rosa, cada vez mais intensos. A bola de fogo vai-se elevando, e o rosa dá lugar ao laranja… Enquanto tudo isto, a máquina vai disparando…
Cercado
Abril 26, 2007
Quinta das Conchas – Lisboa
Abril 25, 2007
Milfontes – do nascer até ao pôr-do-sol
Abril 22, 2007
A primeira experiência que faço deste género. A edição foi extremamente simples, não esperem nada de muito sofisticado. Aqui fica, em jeito de homenagem, ao lugar a que chamo “casa”.




















