Quando o tempo falta…
Julho 19, 2007
Festival Músicas do Mundo Sines 2007
Julho 17, 2007
Está a chegar, pelo nono ano, o mais importante festival de músicas do mundo nacional. Trata-se de um festival com inegável sabor a verão, pela época em que decorre, pelos palcos que marcam a proximidade do azul do mar, pelos tons quentes de muitos dos seus participantes. Este ano, pelos quatro palcos, irão passar 32 espectáculos. Destaque para nomes como Gogol Bordello (vencedores do BBC Radio 3 na categoria América), Mahmoud Ahmed (BBC Radio 3, categoria África) e K’ Naan (BBC Radio revelação).
Programa:
Porto Covo (20-22 Julho)
20
Galandum Galundaina (Portugal 21.30h)
Darko Rundek & Cargo Orkestar (Croácia/França 23h)
Etran Finatawa (Níger 00.30h)
21
Don Byron plays Junior Walker (Estados Unidos 21.30h)
Mamani Keita & Nicolas Repac (Mali/França 23h)
Deti Picasso (Arménia/Rússia 00.30h)
22
Djabe (Hungria 21.30h)
Rão Kyao & Karl Seglem (Portugal/Noruega 23h)
Haydamaky (Ucrânia 00.30h)
Sines (23 a 28 de Julho)
23
Marcel Kanche (França 21.30h)
Ttukunak (País Basco 23h)
24
Lula Pena (Portugal 21.30h)
Jacky Molard Acoustic Quartet (Bretanha 23h)
25
Trilok Gurtu Band (Índia 21.30h)
Bellowhead (Reino Unido 23h)
Oumou Sangaré (Mali 00.30h)
Oki Dub Ainu Band (Japão 02.30h)
26
Harry Manx (Canadá 19.30h)
Carlos Bica & Trio Azul com Dj Ill Vibe (Portugal/EUA/Alemanha 21.30h)
Tartit (Mali 23h)
Mahmoud Ahmed (Etiópia 00.30h)
Bitty Mclean with Sly & Robbie (Reino Unido/Jamaica 02.30h)
27
Aronas (Nova Zelândia/Austrália 19.30h)
Hamilton de Holanda Quinteto (Brasil 21.30h)
World Saxophone Quintet “Political Blues” (Estados Unidos 23h)
Rachid Taha (Argélia 00.30h)
La Etruria Criminale Banda (Itália 02-3oh)
28
Norkst (Bretanha 19.30h)
Erika Stucky & Roots of Communication (Suiça 21.30h)
K’ Naan (Somália/Canadá 23h)
Gogol Bordello (EUA/Ucrânia 00.30h)
Señor Coconut & His Orchestra feat Argenis Brito (Chile/Alemanha 02.30h)
Macros – Para além do nosso olhar
Julho 16, 2007
Decadência
Julho 4, 2007
Nem sempre podemos apreciar a beleza, saborear o apelo estético de formas e cores apelativas. Quando o ser humano se habitua à decadência tende a trazê-la para perto de si. No limite é capaz de se rodear a si mesmo de tudo o que é nefasto, e passar a sentir-se realmente como extensão física de todo aquele lixo.
(Não costumo tentar ilustrar as fotos que dou a conhecer, desta forma, mas seria estranho para aqueles que visitam o espaço reparar numa imagem tão díspar daquilo a que estão habituados a ver por aqui…)










